segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O lixo nosso de cada dia






Desde 2014 a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) prevê a proibição de disposição dos resíduos em lixões a céu aberto. A PNRS é uma lei que estabelece regras para a destinação e disposição correta dos resíduos gerados pela sociedade.
O assunto é polêmico, e é registrado em quase todos os estados do Brasil, onde na maioria dos casos, alegasse falta de recurso para contratação de empresas terceirizadas que captam esses resíduos. Assim, muitas cidades depositam os materiais recolhidos em aterros sanitários e até mesmo nos famosos “lixões”.
Diante desta realidade vivida, percebe-se a alta da taxa de produção de lixo e também, a degradação do meio ambiente.
Os consumidores são peças fundamentais para engrenar na busca por um ambiente mais sustentável. A destinação correta dos lixos como: materiais eletrônicos, a separação de resíduos recicláveis (destinados a cooperativas), impediriam o despejo inadequado ao meio ambiente, exigindo menos gasto energético e menos emissão de poluentes.
Na busca por soluções, já foram apresentadas tentativas para solucionar o problema que envolve os lixões, como foi feito na cidade de Ivatuba, no sul do país. As propostas foram de recompensa para quem separa os resíduos recicláveis dos orgânicos, mesmo sabendo que isso é obrigação do cidadão, o trabalho de conscientização nas ruas apontando as consequências negativas e, ainda, apontar que muitos buscam por um mundo perfeito, mas que poucos colaboram para que vivamos essa realidade. 
A transformação do país é de responsabilidade de cada um, e só com a conscientização haverá redução do lixo produzido, que se dará pelas posturas adotadas em casa, na comunidade/sociedade, na escola, e outros ambientes propícios, levando então, redução dos impactos ambientais e até mesmo os sociais.

Fonte: http://blogs.odiario.com/odiarionaescola/tag/escola-municipal-afranio-peixoto-ivatuba


Professora Cássia Manthaya Battisti




O texto lhe faz pensar sobre suas atitudes diárias?
Você tem consciência dos tipos de lixo produzidos na nossa sociedade? Como os descarta?
Você adotaria práticas sustentáveis que envolvam o consumo consciente e o descarte correto de resíduos sólidos para a recuperação do meio ambiente?
 





quinta-feira, 1 de outubro de 2015

A intolerância religiosa - desafio de um país democrático e laico



2ª e 3ª séries do Ensino Médio

O tratamento legal contra a intolerância religiosa ainda está comparável às ações contra o assédio moral e o assédio sexual quando as ações só eram permitidas quando houvesse provas objetivas e testemunhais da ocorrência de tais assédios.
A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.
A liberdade de expressão e de culto são asseguradas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal. A religião e a crença de um ser humano não devem constituir barreiras a fraternais e melhores relações humanas. Todos devem ser respeitados e tratados de maneira igual perante a lei, independente da orientação religiosa.
O Brasil é um país de Estado Laico, isso significa que não há uma religião oficial brasileira e que o Estado se mantém neutro e imparcial às diferentes religiões. Desta forma, teoricamente, assegura uma governabilidade imune à influência de dogmas religiosos. A Constituição Federal também garante o tratamento igualitário a todos os seres humanos, quaisquer que sejam suas crenças. Dessa maneira, a liberdade religiosa está protegida e não deve, de forma alguma, ser desrespeitada.
É importante salientar que a crítica religiosa não é igual à intolerância religiosa. Os direitos de criticar dogmas e encaminhamentos de uma religião são assegurados pelas liberdades de opinião e expressão. Todavia, isso deve ser feito de forma que não haja desrespeito e ódio ao grupo religioso a que é direcionada a crítica. Como há muita influência religiosa na vida político-social brasileira, as críticas às religiões são comuns. Essas críticas são essenciais ao exercício de debate democrático e devem ser respeitadas em seus devidos termos.
Diante deste conceito amplo, poderemos, portanto, resumir como liberdade religiosa:
1) O direito de ter uma religião e crer num ser divino;
2) O direito de não ter uma religião e não crer em um ser divino;
3) O direito à neutralidade religiosa em espaços de uso comum (públicos).
Vivemos num país rico em manifestações e crenças religiosas e muitos que, por opção, não professam nenhuma. Vivemos num País democrático e gigante por natureza, mas, ainda imaturo no exercício da verdadeira liberdade religiosa. Nossa pátria mãe gentil, ainda convive com a intolerância religiosa sutil.
 
  • A falta de crença também não deve constituir motivo para discriminação ou ódio. Não se deve ofender ou discriminar. Um crime causado por tal motivo representa uma séria agressão às liberdades de expressão e opinião e, assim sendo, deve ser denunciado da mesma maneira que todo crime de ódio. Diante de tal problema que é enfrentado desde muito tempo, faça um breve comentário expondo seu ponto de vista.                                                                                                                                                                                                                                          (http://www.mprj.mp.br/areas-de-atuacao/direitos-humanos/areas-de-atuacao/combate-a-intolerancia-religiosa-e-defesa-do-estado-laico;https://pt.wikipedia.org/wiki/Intoler%C3%A2ncia_religiosa)                                                                                                                                                                                                                Professora: Tatiane Smarçaro Caliman    

quarta-feira, 29 de julho de 2015

A transformação do Jornalismo





O fato é que, em pouco mais de uma geração, o jornalismo viveu profundas mudanças.

O jornalismo só se transformou em um meio de “massas”, no século 19, pois os Estados Unidos recebeu uma onda de imigrantes e precisaram adaptar seu jornalismo às necessidades de seu “cadinho de culturas”, no qual milhões de pessoas de diferentes lugares e antecedentes tiveram que se adaptar a ou assumir a identidade americana.

É assim, com o surgimento do jornalismo moderno, sua bagagem e “técnicas” foram transformadas e devidamente estudadas nas escolas de jornalismo. Por exemplo: todas as notícias devem conter um “o que, quem, onde, quando e como” ou “se um cachorro morde um homem” não é notícia, mas “se um homem morde um cachorro”, é, e assim sucessivamente.

No entanto, após uma análise cuidadosa, essas técnicas não ensinam como ser um jornalista melhor, mas indicam como empacotar a informação da maneira mais clara e atraente para o leitor médio.

Desde a criação dos meios de comunicação, um elemento muito importante da profissão jornalística é que você é responsável diante de seus leitores. Espera-se que você os ilustre, para que conheçam seu tempo e seu mundo. Pediu-se aos jornalistas que proporcionassem esse vínculo da maneira mais equilibrada e justa possível, apresentando seus textos com informações oriundas de diferentes pontos de vista e fontes.

Os jornais foram capazes de sobreviver ao surgimento do rádio e da televisão, com cada um desses três meios de comunicação adotando um caminho especializado. Mas, depois ficou bem claro, que o mundo da informação mudou muito, principalmente com a chegada da internet.

A internet marcou o começo de uma mudança de época. Pela primeira vez na história, as pessoas podiam ter acesso à comunicação. A informação é uma estrutura vertical, na qual poucos enviam fatos e pontos de vista a um grande número de destinatários, um processo em uma só direção que os regimes autoritários ou ditatoriais foram rápidos em utilizar para apoiar suas relações verticais com os cidadãos. Ao contrário, a comunicação é um processo horizontal, no qual os que enviam também estão prontos para receber. É por isso que a China tem 30 mil censores em tempo real para o monitoramento da rede.

Assim, o aparecimento da internet, transformou os meios de comunicação, desafiando a sociedade. Afinal, o
s novos meios de comunicação mudaram completamente o jornalismo. Já não basta noticiar fatos, é preciso conquistar o público por meio de fórmulas do espetáculo. E fica parecendo que os fatos é o que menos importa.





(Fonte: https://jarbas.wordpress.com / http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Midia/O-jornalismo-de-hoje-uma-escolha-entre-o-mercado-e-as-pessoas/12/30598)




> Como você vê essa transformação nos meios de comunicação? Explique de forma positiva ou negativa.