quinta-feira, 23 de abril de 2015

Inclusão Social


“Uma escola para todos e para cada um” - Esse é o lema que busca ser cumprido para a inclusão social.

A palavra incluir pode ser definida como: fazer parte, inserir, introduzir. Logo, a palavra inclusão é o ato ou efeito de incluir algo, alguém ou alguma coisa.

Uma escola que acolhe as diferenças, que colabora, que convive, será um bom princípio para combater a exclusão social. Dividir a escola em termos de alunos “normais” e alunos “deficientes” não é certamente um princípio inclusivo e muito menos o objetivo pretendido.

Assim, a inclusão social das pessoas com deficiências, significa torná-las participantes da vida social, econômica e política, assegurando o respeito aos seus direitos no âmbito da Sociedade, do Estado e do Poder Público. A inclusão é um processo que acontece gradualmente, com avanços e retrocessos.

Isto porque os seres humanos são de natureza complexa e com heranças antigas, têm preconceitos e diversas maneiras de entender o mundo. Tornando-se difícil terminar com a exclusão e mesmo existindo leis contra a mesma, não são leis que vão mudar, de um dia para o outro, a mentalidade da sociedade como o seu preconceito.

Hoje, as crianças com deficiência frequentam a escola, saem à rua, brincam, vivem como uma criança dita “normal”. No entanto, ainda temos um longo caminho a percorrer para que todas as pessoas se sintam integradas e apoiadas por todo o mundo.

Inclusão Social: Um direito de todos, um dever da Sociedade!


Fonte de Pesquisa: http://www.deficiencia.no.comunidades.net/index.php?pagina=1177118084 /http://www.brasilescola.com/educacao/inclusao-social.htm/Outros.


Professora: Cássia Manthaya Battisti




  • Qual a importância da Inclusão Social? E a sua escola pratica a Inclusão Social? Exponha sua opinião.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

3ª série do Ensino Médio



A liberdade de expressão é um dos direitos fundamentais consagrados na Constituição, surgindo como consequência da liberdade de pensamento e instrumento inerente ao exercício das demais liberdades (liberdade de opinião, informação, propaganda), porque todas elas necessitam da livre expressão e intercâmbio de ideias e opiniões para se concretizarem.
Esta é a liberdade que contribui para a legitimação democrática do Estado ao constituir o veículo de participação política, do pluralismo político e do pluralismo de ideias.
A definição baseada no texto constitucional abrange ainda o direito à expressão que se traduz no direito de acesso, em condições de igualdade, aos meios de expressão, mormente os de comunicação social.
Devido ao seu constante exercício pelos cidadãos, partidos políticos e candidatos, é o direito que maiores colisões tem com o exercício dos demais direitos, liberdades e garantias.
Pensar o Direito é pensar a Liberdade. Fazer agir o Direito é viver a Liberdade. Intrinsecamente ligado mister é que se faça valer o direito à liberdade dentro dos parâmetros e paradigmas do Direito, isto é, temos o direito de nascer, crescer, estudar, comer, morar... e morrer. Esses direitos são necessários para se encontrar, de uma forma ou de outra, os caminhos, as metas e os objetivos de cada indivíduo – tanto para o bem, quanto para o mal , ou seja, a liberdade será determinada pelos seus princípios de "direito": o errar e o acertar. A liberdade, antes de tudo, deve ser vista com responsabilidade. A responsabilidade de nossos atos é fator sumamente importante para que possamos fazer jus a "essa tal liberdade". A liberdade foi e continua a ser uma das questões mais complexas da existência humana. Ela é uma capacidade, que Deus deu ao ser humano e que lhe confere uma dignidade superior à dos outros seres deste mundo.
Se, de um lado, é absolutamente inaceitável praticar violência ou matar o próximo também não é aceitável que, em nome da liberdade pessoal, se humilhe, desrespeite e despreze o próximo. O senso comum condena a violência verbal, os preconceitos raciais, sociais e religiosos, a ridicularização e o “bullying”; fazer troça dos humilhados e feridos, não desperta apreço para quem o pratica... O que dizer da perseguição, desprezo e violência por causa das convicções religiosas, que são algo sagrado e muito interior à consciência das pessoas?
A questão não é colocar limites externos à liberdade, mas recuperar algo muito simples e fundamental para a convivência: o senso do respeito na relação com as pessoas. Trata-se de um “sensor” não ajustável com o controle remoto, mas regulado pela fórmula bem simples e já conhecida desde tempos remotos: “não faças aos outros o que não gostarias que fizessem a ti”. Sem esse regulador delicado, adquirido pela educação, todas as tempestades verbais e discussões acaloradas sobre a liberdade de expressão não há nenhuma solução boa.

E para você, deve haver limites para a liberdade de expressão?Até onde vai essa liberdade? O limite deve ser posto pela própria pessoa, no exercício autônomo de sua liberdade?

Professora: Tatiane S. Caliman

Informatividade e argumentatividade



2ª série Ensino Médio
A função principal de um texto é transmitir informações, mas nem sempre essas informações são conduzidas com seriedade e autenticidade ao leitor, pois sua estrutura é formada de ideias soltas, sem ligações se sem retomadas válidas que forneçam ao receptor o bom entendimento do que está sendo lido. Essas ideias caracterizam-se através de reflexões acerca do tema abordado pelo autor, e muitas vezes por falta de uma boa estruturação argumentativa distanciam-se do que é esperado, ou seja, não há uma verdade crítica sobre o que ele expressa.
Antes de tudo, não é por acaso que afirmamos e reafirmamos que a leitura, concebida como fonte de enriquecimento cultural, como aprimoramento da capacidade argumentativa e da competência linguística, apresenta-se como algo imprescindível a todos nós, usuários desse estimável, rico e precioso idioma – a língua portuguesa. Nesse sentido, não conseguimos enxergar ninguém que a realiza sem nenhum intuito, sem nenhuma finalidade, ou seja, inseridos em tal contexto, buscamos sempre nos tornar um pouco mais conhecedores acerca de um determinado assunto.
Um texto cuja modalidade se define pela natureza argumentativa representa, sobretudo, aquele texto em que se atesta a capacidade de o emissor discorrer, defender seu ponto de vista acerca deste ou daquele assunto.
Espera-se, dessa forma, que o discurso nele abordado faça com que o interlocutor, a depender dos argumentos firmados, deposite toda credibilidade a ele indispensável, buscando com isso ampliar os conhecimentos e, consequentemente, manter-se informado acerca de assuntos diversos. Assim entendido, cumpre ressaltar que essa diversidade de informações contidas tanto no discurso oral quanto no escrito se caracterizam tão somente pela INFORMATIVIDADE, como bem nos retrata o próprio nome.
No sentido de darmos sustentação e vivacidade ao assunto a que nos propomos discutir, eis que um questionamento emerge e se constitui de uma relevância inquestionável: o que você busca ao ler um texto? Quais as expectativas que se formam mediante tal procedimento? Qual o grau de informatividade dos textos que chegam até você? Será que para tornarmos nossos textos mais informativos devemos ter um ótimo repertório de leitura? Comente sobre:

 Professora: Tatiane S. Caliman

quarta-feira, 25 de março de 2015

Processo de Aprendizagem (Falta de atenção / Tecnologia na sala de aula)

O processo de aprendizagem está inteiramente ligado ao contexto do educando, podendo enfrentar alguns problemas no seu desenvolvimento, onde normalmente está ligada a falta de atenção dos estudantes.
Os alunos muitas vezes não se interessam por determinados conteúdos ou explicações expostas pelo professor, pois em muitas escolas a realidade tecnológica é distante, fazendo com que os professores utilizem formas-métodos conservadores fugindo a realidade que vivem os adolescente/jovens atualmente.
O contato diário com diversos meios tecnológicos faz com que os anseios e desejos dos alunos aumentem a cada dia, pois o meio de convívio é primordial para que o desenvolvimento do ensino e da aprendizagem seja realmente eficaz.
É preciso que haja esse canal de comunicação entre os conteúdos e a realidade social do estudante, para isso, a presença dos meios tecnológicos e didáticos diferenciados à disposição podem tornar a aula mais interessante e proveitosa.
Segundo Silva (2006, p.64) “O processo de atenção se divide em duas categorias sendo elas a atenção involuntária e a atenção voluntária. A passagem de uma para outra acontece através de mediação simbólica, e uma atenção não inviabiliza o aparecimento da outra”.
A atenção involuntária é quando o indivíduo não tem domínio, nem consciência sobre a importância daquilo que lhe chama a atenção, e atenção voluntária é aquela que o indivíduo direciona conscientemente para aquilo que considera essencial para o seu desenvolvimento.
Mas a busca é incessante. Os educadores buscam incansavelmente a fórmula mágica para prenderem a atenção dos educandos, perguntando-se sempre: como, onde, o que, quando, qual, seria a solução para esse problema.

Alguns autores trazem dicas para como prender a atenção dos estudantes, como:

> Fazê-los repetir o que você acabou de dizer;
> Aproximação, sempre que sentir o aluno disperso;
> Mostre para eles o que incomodam no ambiente de estudo;
> Sempre convidá-los a debater o tema em estudo;
> Utilizar meios tecnológicos (apresentação de vídeos, power point, e outros);
> Esteja sempre em movimento na sala de aula;
> Crie tarefas inovadoras, como criação de paródias, e etc;
> Procure saber o que chama atenção deles, para que possa incorporar em suas aulas;
> Peça a opinião deles, fazendo combinados se necessário.

É muito importante a colaboração dos educandos!

Não custa tentar! Boa aula! 

Professora Cássia Manthaya Battisti
 
Fonte: Autor: Universia Brasil / http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2013/06/17/1030925/27-maneiras-simples-fazer-seus-estudantes-prestarem-atenco-na-aula.html


O texto acima lhe faz refletir sobre sua postura em sala de aula? Justifique-se.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Valorização ao corpo, influência da mídia

3ª série Ensino Médio
Cada sociedade age sobre o corpo de forma distinta, os padrões de beleza são reflexos culturais que servem de referência para os indivíduos se portarem no meio em que vivem. Sendo assim é possível afirmar que as mudanças na noção da imagem corporal que ocorrem com o passar do tempo são oriundas das mudanças de discurso. No Renascimento, por exemplo, a percepção passou a ser guiada pelo método científico, os indivíduos passam a apreciar a razão, sendo o corpo utilizado como objeto de estudos e experiências, mudando da visão teocêntrica para a Antropocêntrica. O corpo foi redescoberto nessa época, reflexo disso são as várias obras de artistas como Da Vinci, Rafael e Michelangelo. A crescente burguesia queria ser registrada em pinturas e para isso pagavam bem caro. O corpo gordo era associado a fartura, enquanto o magro era visto como sinônimo de fome e pobreza. Com o advento da revolução industrial e a expansão do capitalismo no século XIX mais uma vez a visão corporal foi modificada passando a ser enxergado como uma máquina de acumulo de capital, as novas tecnologias de produção desencadearam a homogeneização de gestos e hábitos, se refletido também na educação do corpo, identificando-se não só com técnicas, mas, sobretudo, com interesses de produção. O corpo passa a estar a serviço da economia (corpo produtor) que precisa de saúde para produzir melhor e ao mesmo tempo se adaptar aos padrões de beleza para consumir cada vez mais. Nos dias atuais o corpo passou do mundo dos objetos para a esfera dos sujeitos, que buscam reconhecimento e glorificação, para isso investem cada vez mais em si, com a intenção de obter prazer e status. Observamos um mercado crescente de serviços e produtos. Somos induzidos a consumir mais e mais na busca de um corpo magro e sarado imposto pela mídia. As pessoas que fogem desse padrão geralmente são mal vistas, os que sofrem com questões de peso, por exemplo, são vítimas de discriminações em todos os lugares inclusive na própria família. Os modelos corporais são evidenciados como indicativo de beleza e sucesso pessoal, a aparência muitas vezes é ligada a sensatez e ao bom gosto, ou seja, pessoas magras e de boa aparência são considerados bons líderes e melhor capacitados para o mercado de trabalho. Pessoas fora do peso são vistas como preguiçosas, incapazes, e insensatas, pois, se não fazem boas escolhas para si, não poderão fazer para os outros. Tal atribuição é absurda, mas, infelizmente muito comum em nossa sociedade.
(Emanuelle dos Santos Gonçalves - Fonte: Portal Educação) 

  • Através do artigo refletimos a respeito do corpo como um Ser historicamente construído, como indivíduo e como coletivo na construção do Sujeito e de sua relação com o mundo. A mídia exerce sobre o ser humano um impacto em relação ao seu corpo bem como a influencia que isso acarreta sobre a autoimagem das pessoas fazendo com que o mesmo viva em processo de metamorfose corporal, conforme o interesse do sistema dominante. Diante das informações apresentadas, em que medida a mídia influencia a nossa concepção sobre o corpo? 
 Professora: Tatiane S. Caliman

Read the article below from a website

The 2nd grade
World without walls: learning well with others
How to teach when learning is everywhere.

Welcome to the collaboration Age, where even the youngest among us are on the Web, using the most transformative connecting technologies the world has ever seen. These tools are allowing us to explore the wisdom and experience of the more than one billion people now online. They also allow us to connect with these people in order to understand the global experience and do good work together. These tools are fast changing, decidedly social, and rich with powerful learning opportunities for us all, if we can figure out how to take advantage of their potential.  
                                                                                           (by Will Richardson)

  • Do you agree with the author's points of view about the Collaboratiom Age? In your opinion, do we really live in a "WORLD WITHOUT WALLS"?                           
 Teacher: Tatiane S. Caliman

segunda-feira, 9 de março de 2015

A Comunicação e suas Variações


   Estamos no início do ano letivo, e começamos nosso processo de estudo por Comunicação e Linguagens, onde, estudamos Elementos da Comunicação, Funções da Comunicação e Variações linguísticas. A comunicação é um processo que envolve a troca de informações, ou simplesmente, podemos definir como o ato de se comunicar.
  A comunicação está presente na humanidade desde o início da existência humana. O homem sentia a necessidade de se comunicar, até mesmo como forma de sobrevivência. Mas, com o passar dos anos a língua sofreu muitas transformações.
  O processo de comunicação está ligado no desenvolvimento dos Elementos (emissor, receptor, mensagem, código, canal e referente), classificado pelas Funções da Comunicação (emotiva, apelativa ou conativa, referencial, metalinguística, fática e poética), e transformando-se pelas variantes de acordo com as condições sociais, culturais, regionais e históricas.
  A comunicação pode ser realizada verbalmente ou não. Temos como exemplo, duas pessoas tendo uma conversa frente a frente (face a face), ou através de gestos com as mãos, mensagens enviadas utilizando à rede global de telecomunicações, a fala, a escrita que permitem interagir com as outras pessoas e efetuar algum tipo de troca informacional. Nessa simples citação, há a presença de todo processo comunicativo.
  As variações linguísticas ou da língua, acontecem porque o fator principal dela é a comunicação, então é compreensível que seus falantes façam as readaptações de acordo com suas necessidades comunicativas. Essas variações não podem ser consideradas erros, pois isso ocorre para atender as necessidades dos falantes. São considerados erros o uso informal da língua, ou seja, o não uso da norma-padrão (culta).
  Assim, podemos dizer que a comunicação é toda manifestação da realidade, com objetivos direcionados a um contexto que se vive e que corresponde à realidade do homem. Melhor dizendo, que não importa se nos comunicamos por abraços, livros, pela escritas (que não são mais usadas pela maioria). Pois COMUNICAR está literalmente ligado ao "estreitamento de laços" com os semelhantes e com as condições sociais que nos rodeiam.



  • Agora, com base nos estudos e no texto acima, comente sobre a importância da comunicação e as variações da língua.


Professora Cássia Manthaya Battisti